A relação entre proteína e problema renal gera muitas dúvidas entre pacientes e profissionais. Enquanto algumas pessoas acreditam que toda proteína prejudica os rins, outras seguem dietas hiperproteicas sem avaliação clínica adequada.
A verdade é que a proteína pode ser tanto aliada quanto prejudicial — tudo depende da condição renal, quantidade consumida e acompanhamento profissional.
O papel da proteína no organismo
A proteína é essencial para:
- manutenção da massa muscular
- recuperação tecidual
- imunidade
- produção hormonal
- metabolismo energético
Eliminar totalmente a proteína da dieta pode causar perda muscular e piora clínica.

5 mitos e verdades sobre proteína e problema renal
1. Quem tem doença renal não pode consumir proteína — MITO
A proteína continua necessária, mas precisa de ajuste individualizado.
2. Dietas hiperproteicas podem sobrecarregar rins já comprometidos — VERDADE
Especialmente quando não há acompanhamento profissional.
3. A quantidade ideal varia conforme estágio da doença — VERDADE
Pacientes em fases iniciais e avançadas possuem necessidades diferentes.
4. Proteína vegetal é sempre melhor que animal — DEPENDE
O equilíbrio entre fontes é o mais importante.
5. Cortar proteína evita progressão da doença — MITO
A restrição extrema pode gerar sarcopenia e piora metabólica.
Sinais de ingestão proteica inadequada
- fraqueza
- perda de massa muscular
- queda de cabelo
- imunidade baixa
- recuperação lenta
Importância do acompanhamento nutricional
O nutricionista ajusta:
- quantidade proteica ideal
- qualidade das fontes
- distribuição ao longo do dia
- suplementação quando necessário
Conclusão
A relação entre proteína e problema renal exige equilíbrio e personalização. Nem excesso nem restrição extrema são estratégias seguras. O acompanhamento nutricional é essencial para proteger os rins e preservar a massa muscular.
Agende sua consulta online ou presencial e comece um plano adaptado ao seu corpo e à sua fase atual.



